Os voluntários atuam diariamente no ambulatório, preferencialmente pela manhã, visando dar apoio aos pacientes em situações de risco. O processo é deflagrado pelos recepcionistas que identificam a vulnerabilidade física e ou cognitiva do paciente, desacompanhado, que precisa se deslocar pela unidade para outro serviço.

O recepcionista acessa a central da vigilância, por telefone, e pede o encaminhamento de um voluntário “Posso Ajudar”, para o apoio de que necessita o paciente que está aguardando em sua recepção. Esse processo denota o investimento em conectividade entre recepcionistas, vigilantes e supervisão do ambulatório.

Principalmente, coloca a vigilância em circuito preventivo na mediação de conflitos.

Outra função do “Posso Ajudar” é a de atender impasses enfrentados pelo recepcionista face às demandas dos pacientes que ele não pode resolver. Antes mesmo do indício de conflito, o recepcionista aciona a vigilância, de forma discreta, e solicita um voluntário “Posso Ajudar”. A função do voluntário é a de, educadamente, assegurar o direito do usuário e conduzi-lo ao supervisor do ambulatório para resolução da sua demanda.

Além dessas duas disposições institucionais, o voluntário do “Posso Ajudar” fica disponível para outros tipos de solicitações espontâneas dos usuários, atraídos pelo “Posso Ajudar” estampado nos coletes.

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